O Igor nasceu em 2002, em 2009 foi diagnosticado com Diabetes Mellitus tipo 1.

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Eu, Arthur com 13 anos e o Igor, 9 anos

Há algum tempo tenho percebido que o Igor não vem crescendo como um menino na idade dele, e isso me deixou bem preocupada ja que meu filho mais velho com 13 anos está medindo 1,74cm, venho de uma familia alta, de homens altos todos acima de 1,80cm, porém não posso ser tão categorica ao dizer que ele tem que ser alto porque na familia do pai os homens tem estatura mediana.
Há uns 3 meses a equipe medica chegou a conclusão, ele não está crescendo. Desde o diagnostico vinhamos com um TSH alterado, mas com o T4 dentro da normalidade, logo tinhamos um Hipotireoidismo subclinico. Repetimos os exames e para nossa surpresa tudo tinha voltado a normalidade, o Anti TPO como sempre NEGATIVO, o exame foi realizado em dois laboratorios diferentes para eu ter certeza, gosto da prova dos 9.
Realizamos mais exames, Idade ossea e rastreamento de doença celiaca, tudo dentro da normalidade.
No tratamento para o controle do diabetes, tudo muda o tempo inteiro, o horario de hiperglicemia mudou, agora no horario noturno, um pouco mais complicado de controlar, aplicar insulina antes de dormir causa certa insegurança. Apesar de uma Hemoglobina Glicada nem tal alta, 7,7%HB, temos numeros de Glicose poucos satisfatorios, se mudar a basal pra mais ou para menos as coisas realmente ficam descontroladas.
A quantidade de insulina agora varia de acordo com o horario do dia, durante um mês vai ser aplicado a correção a partir de 80mg/dl e não aplicamos o bolus.
Vamos realizar mais exames também, a investigação dos motivos para o não crescimento continua.
Vamos refazer alguns exames que são realizados logo após o diagnostico de DM1 entre eles Peptideo C, dois exames me chamaram a atenção e não gostei do que ele rastreia é o IGF1 e IGFBP3, não encontrei exatamente como é feito o tratamento em caso de ser diagnosticado algo, e isso vai me deixar apreensiva durante o mês inteiro.
As vezes parece que o mundo vai descer sobre minha cabeça, mas no dia seguinte, acordo tão mais disposta,   hoje estive pensando… ja são quase dois anos… não parece, a sensação que tenho é que lidei com o Diabetes a minha vida inteira, aquele divisor de aguas, não existe mais pra mim, não lembro como era antes do Diabetes. O desanimo só chega quando temos que ajustar o tratamento, ter que mudar algo numa rotina que ja haviamos nos acostumados, mas logo nos acostumamos.
Montei uma planilha especial, para todo tipo de anotação, fica na bancada da cozinha, anotamos ali tudo que pode ser relevante em relação a glicemia e sabe o que me deixou mais feliz, outro dia eu saí e quando voltei, tudo o que aconteceu na minha ausencia estava anotadinho, logico que meio desorganizado, mas tudo registrado, o proprio Igor foi lá e anotou:
- Mãe, anotei tudo, eu podia esquecer de te falar quando você voltasse!
A anotações da escola também é ele quem faz, me pediu para ser responsavel por isso, a coordenadora supervisiona.
Não é um amor?


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Dia da Familia na escola, Igor soltando pipa.

Eu ja tive muito medo, acredito que seja natural quando temos o filho recém diagnosticado, quando ouvimos a palavra “convulsão” as pernas bambeiam, principalmente quando seu filho ja teve uma, lembro que uma vez acordei com o Igor do meu lado se debatendo, era convulsão febril, tinha uns 3 anos, não se sentia bem um anjo fez com ele fosse se deitar na minha cama, caso contrario eu não teria visto, foi horrivel, alguns segundos que pareciam horas. É traumatizante. Parei num hospital com ele de camisola e nem me dei conta disso.

Logo no começo do diagnostico de Diabetes, eu não dormia, media a glicose antes dormir, 2 horas depois, isso era por volta de meia noite e acordava as 3 horas da manhã para medir de novo, não lembro exatamente quanto tempo fiquei nesta rotina, só sei que comecei a ficar extremamente cansada e a perder a hora as 7 da manhã, e foi quando pedi a Deus que me desse força e comecei a confiar mais nos medicos e nos numeros. Hoje tenho uma noite de sono tranquila, com o tempo sabemos exatamente como serão os numeros pela manhã, o quanto de carboidratos sustenta a glicose por uma noite. As vezes ainda meço de madrugada, quando vamos a uma festa por exemplo e ele brinca muito e vai dormir com numeros normais, quando acordo do nada com o pensamento nele, e é sempre na hora certa que tudo está no limite. Eu confio em Deus e Ele não tem falhado, mas faço a minha parte exatamente como tem que ser feito, Deus existe para o improvavel, Deus interfere no improvavel, naquilo que não poderiamos evitar. Por isso acredito nEle e tenho a certeza que está conosco em todos os momentos.
Essa coisa de ter medo da Hipoglicemia também tem haver com a confiança em si mesmo e nas pessoas que estão com seu filho. O Igor hoje estuda num “campus”, como o colegio é grande, a foto acima é apenas do campo de futebol, mas diferente de antes, não tenho medo de que ele tenha uma hipo no colegio, antes ele estudava num colegio muito menor mas eu vivia um eterno medo de que ele tivesse uma hipo e ninguém visse, no banheiro, sei lá, eu tinha muito medo. Nos primeiros dias dele neste novo colegio, fiquei apreensiva, muita arvore, uma criança sai da linha visão com facilidade, e se ele numa crise de hipo de afastasse do grupo? hoje não me pergunto, ja teve hipo de 40mg/dl e eles fizeram exatemente o que deveria ser feito, apenas me ligaram para confirmar os procedimentos e porque estavam preocupados ja havia se passado 20 minutos e ele ainda estava meio aereo, era a primeira vez que eles lidavam com isso e se sairam muito bem, logico que no começo eu informei ao colegio todas as possibilidades e todas as atitudes que deveriam ser tomadas. Eu confio no colegio como confio em mim. Então o controle está melhor, somos parceiros em busca do melhor para o Igor.
Muitas mães não tem essa sorte de poder confiar como eu confio hoje, são muitos fatores que levam a isso, mas uma delas você mãe de um DM1 pode amenizar, procure o colegio, fale de tudo principalmente do resultado de um mal controle a longo prazo, lembrando que nem todo mundo sabe o que é diabetes e para saber da necessidade do tratamento é necessario conhecer, ensine tudo o que foi ensinado a você, se abra para as pessoas a sua volta, as vezes a mãe daquele amiguinho do seu filho quer aprender a lidar com o diabetes em nome da amizade dos seus filhos mas não tem como chegar a você porque você acha que é a unica pessoa que pode e sabe fazer isso, por incrivel que pareça é mais facil um estranho querer aprender a aplicar insulina do que um parente, vivo isso, e sei de outras mães que também vivem essa realidade. Pessoas que conheço a pouco tempo sabem mais de como controlar o diabetes do que a familia do meu filho, se interessam mais, sentem admiração pela atitude responsavel dele com o tratamento, enquanto a familia sente pena, foge da realidade e nega terminantemente que o tratamento é o conjunto, aplicar insulina é apenas parte dele.
Sinceramente, hoje eu tenho mais medo do preconceito do que de hipoglicemia.
Ontem eu li um estudo a respeito desse medo de hipoglicemia relacionado ao diabetes tipo 2 porém isso acontece também com o tipo 1, e muito mais frequente do que se imagina.

Na prática clínica, os médicos confirmam que se deparam com pacientes que costumam manter a glicemia mais elevada apenas para evitar a hipoglicemia. “O problema é que, com o tempo, o alto índice de açúcar no sangue pode levar a complicações degenerativas importantes da diabete”, avisa o endocrinologista Saulo Cavalcanti, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)”

Estudo na integra: 
http://www.portaldiabetes.com.br/conteudocompleto.asp?IDConteudo=10001638

Pense bem, de onde vem o seu medo? O quanto você confia no seu medico? Se a dose de insulina recomendada não for aplicada o médico nunca saberá do efeito da insulina no individuo e não terá base para ajustar as doses e melhorar o tratamento, Diabetes tipo 1 precisa de ajustes constantes por isso consultas de 3 em 3 meses em alguns casos com um periodo menor de retorno.

O bom controle hoje é que vai determinar a saude de seu filho quando for apto a cuidar de si mesmo.


As vezes, me canso da mídia. Tudo que depende da educação para dar certo, não adianta aterrorizar, tentar fazer dar certo pelo medo, o medo uma hora todo mundo perde.
Lembro da primeira entrevista do Washington que assisti, foi quando ele encerraria a carreira por problemas cardíacos, ja gostei da garra dele. Quanto ao lance dele ter diabetes, passou despercebido. Diabetes pra mim era algo banal, o tratamento só deixar de comer doces.
Depois que o Igor foi diagnosticado, eu percebi que não era nada do que eu ouvia falar.
Quando a poeira baixou eu comecei a acompanhar com mais atenção os diabéticos famosos, lembro do dia em que Dado Dolabella falou da morte do pai, ele se referiu ao Diabetes como doença maldita, mas quem é Dado Dolabella para classificar o Diabetes?
Percebe-se que poucos falam da situação, só sabemos depois que falecem, talvez seja medo do preconceito não sei, mas tem este direito.
Nós, que convivemos diariamente com o controle da glicemia, conseguimos chegar bem perto da proporção do sentimento que levou o Washington a encerrar a carreira, 90 min de jogo controlando a glicemia, Não é para qualquer um, com certeza é um grande guerreiro.
Chega uma hora em que todos entram em desvantagem biológica, e ele tem alguns agravantes.
Com certeza deve ter muito diabético dizendo: “Ta vendo como o diabetes é maldito, parou o cara antes da hora.”
Mas com toda certeza também tem muito diabético pensando: “Se ele fez tudo isso, eu também posso fazer algo pelos meus sonhos”
É isso aí, depende de como você olha a situação, um copo meio vazio ou copo meio cheio.
Quantos gols ele não deve ter perdido por conta de hipoglicemias? Quantos tombos numa hora decisiva?
Isso não conta, não pra nós que fazemos parte desse circulo azul. Pra mim, enquanto botafoguense, conta a superação, contam os gols, contam os titulos. No ultimo “Fla X Bot” me peguei torcendo por um gol dele, foi meio neurótico.
Mas diabetes é isso aí, disciplina na vida, tem horas de retiradas estratégicas, ninguém pode ter tudo na vida, isso serve para todos, quanto temos além de nossa necessidade, algo importante se perde em meio ao excesso.
Com certeza ele fez a opção correta, pela vida, pela familia, só é capaz de fazer essa opção quem traz grandes valores no coração, para quem tem o CORAÇÃO VALENTE.
Pensem duas vezes antes de dizer que uma criança com diabetes não tem grandes perspectivas para o futuro.
Pensem duas vezes antes de fazer de tudo pra ser visto como um coitado por ter diabetes.
Pensem duas vezes antes de dizer que o diabetes te impede de viver.
Diabetes é só um detalhe.
Em futebol tudo é questão de sorte e talento, mas capacidade física é ímpar, se comparado ao grande astro do futebol brasileiro “Ronaldo, o fenômeno” eu fico com Washington, ambos com 35 anos.
Ambos lutaram contra problemas que tirariam qualquer um do futebol, ambos venceram e retornaram, mas apenas 1 teve a coragem de dizer: Um dia a profissão acaba e é importante ter hombridade e humildade…”.
Termino este post com um trecho da entrevista coletiva:
“Um dos meus maiores orgulhos é saber que fui exemplo de vida para algumas pessoas. Que seja uma, mas que dei o exemplo. Muitos mandam mensagem e dizem que o que fiz fez com que a pessoa superasse o problema. Esse é o maior legado que levo”.


Leia mais em:  globoesporte.globo.com


Para quem não sabe sobre diabetes:
Um diabetico não pode fazer esforço fisico com a glicose acima de 250mg/dl, quem toma insulina depois de um tempo de exercicio ela começa a baixar dependo de muitos fatores externos isso pode ser rapido ou não, podendo atingir niveis baixos em 30 min, quando os valores ficam abaixo de 70mg/dl podem ocorrer sintomas como confusão mental na coordenação motora, disturbios de visão e se não corrigida a tempo pode chegar a convulsão.


Atendimento medico no dojô

É a temporada de torneios e campeonatos.
A maioria são campeonatos seguros na medida do possível, tem para médicos e ambulâncias nos locais, o atendimento em caso de lesão é imediato, acontece ainda no dojô, qualquer reclamação de dor o competidor é avaliado por um medico pra saber se pode ou não continuar  a luta.
No Ultimo que nós fomos, vi um rapaz de mais ou menos 20 anos, deslocar o ombro de bobeira, ele recebeu um golpe com o próprio kimono, é daqueles golpes que não dá pra sair, ele tentou até acabar o tempo de luta e no final só não chorou não sei porque. É o Igor de amanhã.
O Igor não participou do campeonato por causa da variação na glicemia causado pela ansiedade, como ele sabia que não ia lutar, chegamos no torneio com números otimos, precisamos até fazer refeições extras.
No próximo ele também não vai, no treino durante a semana ele fez não fez o que deveria fazer e arriscou uma lesão no cotovelo, o treinador conhece seus atletas, sabe de suas reações, mas um juiz não pode parar uma luta por que acha que o atleta não vai reagir, vale medalha.
Eu fico imaginando minha reação caso meu filho precise de atendimento no dojô, tem uma grade que nos separa do local da luta, ficamos longe, eu piro.

Arena de lutas simultâneas

O grande problema é, quando são chamados para a área de concentração não lutam de imediato, as vezes ficam lá por mais uma hora, as medições de glicemia só podem acontecer antes deles serem apresentados pelo treinador, ainda não consegui informações se pode acontecer diferente, quanto a hipoglicemia durante a luta não me preocuparia se pudesse medir no exato momento de entrar no dojô.
E tenho certeza de que o Igor não ficaria nada satisfeito de entrar no dojô apenas para não ser desclassificado e ver o braço do oponente ser levantado sem luta.
Não consigo uma resposta segura dos médicos quanto a aplicação de insulina antes da luta, são apenas 3 minutos, mas de muito esforço muscular, eu vejo como o Arthur sai exausto do dojô, são 3 minutos intermináveis pra mim.
Bom, no próximo domingo teremos outro campeonato, o Arthur vai lutar e o Igor vai como espectador, enquanto assistimos as lutas procuro mostrar o que não fazer e sempre não deixando passar em branco os resultados de não aceitar que foi derrotado.
Meu medo? Ele lesionar seriamente o cotovelo ou o ombro ou sofrer uma crise de hipoglicemia durante a luta.
No domingo, vou me informar sobre o dextro antes da luta, se é possível ele levar o glicosimetro para a concentração, ele quer ser um campeão, mas um campeão se faz com responsabilidade.
Quanto a hiperglicemia, o Arthur sugeriu que o inscrevesse e só avisasse que ele vai lutar quando fosse chamado, daria tempo dele lutar antes de alcançar números assustadores, é uma boa? Não sei….
Acho que ele deve aprender desde agora a lidar com a própria ansiedade, aprender a controla-la, hoje eu posso tentar dar uma volta nela, mas amanhã o mundo não fará a mesma coisa com ele só porque é diabético.
Vamos prepara-lo para a temporada 2011.


 Praticando rolamento na areia: voar por cima e rolar do outro lado.

Parece doideira escrever isso, rotina sem rotina, mas é assim que tem sido minha vida.
Esta semana completamos 1 ano que o Igor saiu do hospital depois da cetoacidose, ele quis comemorar, e comemoramos com pizza, em casa mesmo, convidamos uns amigos e comemoramos, lógico que tive o cuidado de escolher a massa, ele comeu bem e não teve alterações glicemicas, sem contar que ficou muito feliz.

Onde está o glicosímetro?

As vezes ainda sofro com a maneira adulta com que meu filho lida com o diabetes, queria tanto que ele só se preocupasse com coisas de criança… Ele tem noção exata do risco que correu, como ele mesmo diz, “agora eu tenho dois aniversários“, isso me deixa meio triste.
Como disse no post anterior, estamos com um bom controle, nossa rotina que envolve o diabetes é seguida a risca, temos uma vida normal, baseada nesta rotina que não é igual todos os dias.
Domingo foi dia de torneio de jiu jitsu, saimos de casa, cumprimos a rotina, medir glicose, pegar sachê de glicose, lanches extras, glicosimetro, a glicose estava em 140, fazia 1hora e 30 min que havia comido, estava otimo, depois do aquecimento fomos conferir pra ter certeza antes da luta, 332, como??? porque??? Não competiu, ficou triste, acho que isso ajudou em muito a elevação das glicemias seguintes, foi frustrante pra ele, para o adversário dele, e pra mim, vê-lo daquele jeito, eu ainda não sei se é possível praticar exercício de força como é uma luta de jiu jitsu depois de tomar insulina, nunca havíamos pensado na hipótese da glicose subir tanto, sempre focamos em evitar a hipo. Com certeza foi tudo emocional, chegamos em casa para o almoço com a glicemia maravilhosa:
-Mãe, não era pra eu lutar.
Esse conformismo dele me assusta!!!
Quando eu vejo números exatos, raras hipos e hiperglicemias, por um longo tempo, eu vou ficando alerta, com uma sensação de perigo iminente, as vezes chego a ouvir a respiração do Igor de tão concentrada que fico nele, e hoje foi um desses dias, acordei com a sensação de que algo ia acontecer, estava muito inquieta, sem concentração, enquanto fazia o almoço o Igor deitou no sofá pra ler gibi, de repente passo por ele e vejo que ele está de olhos fechados, chamei por ele, nada, nessa horas as pernas bambeiam e mente vaga por possibilidades, segundos parecem horas, lembro de sacudi-lo, ele abriu os olhos e fechou de novo, sacudi mais uma vez e ele resmungou que queria dormir, GLICOSE – 54, faltavam mais de 40 minutos para o almoço, não fez atividades físicas, uma manhã parada, o que houve??? qual o motivo dessa hipoglicemia???
Não tem, se tratando de diabetes, nada tem uma explicação exata, apesar de nossa rotina ser baseada em matemática, não temos resultados exatos, não é simplesmente tomar um remédio e ter o efeito esperado, o efeito da insulina e da ingestão de carboidratos depende de muita coisa, acho que até da umidade relativa do ar.
Um dia felizes com os números, em outros assustados, as vezes triste pelo que não podemos fazer em determinado momento, em outros felizes porque apesar do diabetes podemos fazer de tudo.
Uma rotina, totalmente sem rotina…



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